Caneta, papel e cerveja
para esconder de mim mesma
a falsidade do poeta
e sua ousadia
em letrar tristezas e angustias
resumindo-as em um poema qualquer
escrito em um banco comum
de uma praça comum,
e de um cotidiano
rodeado por desilusões.
Pobre poeta falso!
Fabyola Gleyce
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