quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Solidão


Mar negro de solidão
Invoco-te!
Busca-me já.
Imersa em meu pranto
Me afogo.
Em meus soluços
Me sufoco.
Agonizo.
Minha alma azul
Morre aos poucos...
Um retrato em branco...
Não possui essência.
Possui um vazio.
Venha ó mar!
E me leve.
Em sua plenitude
Quero exaltar meus pensamentos.
Perante tua infinda riqueza,
Coloco-me.
Quero me expandir.
Invoco-te!
Imploro-te!
Integre-se a mim...

Fabyola Gleyce

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